Solução
A Universalização do saneamento configura-se como um dos grandes desafios da atualidade. Somado a isso, o aprimoramento dos sistemas com a adoção de tratamento terciário nas ETA’s e monitoramento dos mananciais se mostra urgente frente a presença exponencial de contaminantes emergentes. aliado a isso, o custo energético dos sistemas de tratamento de água e esgoto representam um agravo para sustentabilidade financeira do setor de saneamento no Brasil. Portanto, reduzir custos com reagentes, energia elétrica e garantir a qualidade da água são essenciais para alcançar a real universalização dos serviços de saneamento.
Indo a fundo na dinâmica operacional dos sistemas de saneamento, equipamentos como: sopradores e aeradores consomem mais de 60% da energia total das ETE’s, enquanto bombas de recalque e sistemas de elevação exigem alta potência e operação contínua nas ETA’s.
Essa dependência energética impacta diretamente:
- a sustentabilidade econômica das concessionárias;
- o avanço da universalização do saneamento; e
- a adoção de processos de tratamento mais avançados – como o tratamento terciário – já que a maior parcela dos recursos é destinada a operação (OPEX) e o que sobra não cobre o investimento necessário para aprimoramento dos sistemas em escala representativa.
Aliado a tudo isso, o mercado brasileiro ainda carece de tecnologias nacionais e fornecedores especializados que consigam ofertar sistemas de tratamento terciário com custo competitivo e que combinem eficiência energética, sustentabilidade financeira e adaptabilidade às estações de tratamento.
Solução
A Dedo Verde em parceria com a Referenzfabrik.H2, uma plataforma tecnológica e industrial alemã dedicada a acelerar a produção em massa de sistemas de hidrogênio, especialmente eletrolisadores e células a combustível. Está desenvolvendo soluções aplicadas às necessidades brasileiras, principalmente no setor de saneamento e offshore.
As soluções integram geradores de energia a Hidrogênio Verde à tecnologias de tratamento terciário e aeração, possibilitando autonomia energética para estações de tratamento com a modernização de etapas de desinfecção e purificação por Ozônio.
O Gerador Modular de Energia a Hidrogênio Verde (GMG H₂), produz energia limpa a partir da eletrólise da água, sem depender de combustíveis fósseis. Os módulos integrados de Ozônio (Mi O3) e Oxigênio (Mi O2), por sua vez, dotam as estações de sistemas de desinfecção e purificação por Ozônio e aeração por oxigênio.
Resultados
GMG H₂ + Mi O₃ (para ETA’s)
- Produz energia limpa e estável, garantindo qualidade, quantidade e continuidade no suprimento elétrico.
- O módulo de ozonização (Mi O₃) gera ozônio in situ, reduzindo o uso de cloro e prevenindo a formação de subprodutos nocivos.
- Facilita a implementação do tratamento terciário, agregando qualidade e seguridade no processo de tratamento de água.
- Permite maior eficiência operacional e menor pegada de carbono.
GMG H₂ + Mi O₂ (para ETE’s)
- Gera energia limpa e estável, diminuindo a dependência da rede elétrica convencional.
- O módulo de aeração (Mi O₂) reduz significativamente o uso de sopradores, otimizando o tratamento aeróbio e diminuindo o consumo energético total da planta.
- Permite maior eficiência operacional e menor pegada de carbono.
| Benefício | Impacto Direto |
| Redução do consumo de energia elétrica | Menores custos operacionais e maior sustentabilidade financeira. |
| Autonomia energética com Hidrogênio Verde | Segurança energética e resiliência frente a variações tarifárias e falta de energia por falhas na rede. |
| Modernização tecnológica | Pioneirismo no uso de hidrogênio verde e ganho de autonomia energética do setor de saneamento. |
| Melhoria da qualidade da água e efluentes | Processos avançados no tratamento e desinfecção da água, representando melhoria na qualidade e segurança frente a contaminantes emergentes. |
A parceria Dedo Verde e Referenzfabrik.H₂ representa a união de expertise e inovação para oferecer um novo paradigma de saneamento autossuficiente, inteligente e descarbonizado — um modelo em que a própria água gera a energia necessária para ser tratada, promovendo ganhos econômicos, ambientais e sociais. A parceria consolida o Hidrogênio Verde como vetor estratégico para o futuro do saneamento no Brasil.










